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Carbonização em geradores a diesel devido a testes inadequados


Sabendo-se que a operação de geradores com carga baixa pode comprometer drasticamente a vida útil do motor, é interessante notar que, mesmo profissionais experientes ainda incorrem nesse problema. Não pela operação da carga principal, mas sim em função de testes periódicos, que tendem a ser feitos com carga muito abaixo da real. Especialmente em situações onde o gerador atua como energia de backup, os operadores relutam em fazer o teste diretamente com a carga principal, pois isto implica em interromper o fornecimento de energia e depois retomá-lo, algo visto como trabalhoso e arriscado. Portanto opta-se por testar o gerador simplesmente ligando-o sem nenhuma carga, ou carga muito secundária. Ao longo do tempo, com muitos testes deste tipo sendo feitos, a carbonização começa a surgir.

Em aplicações associadas à UPS (no-breaks), outro motivador para que não sejam feitos testes reais, está em economizar as baterias. De fato, não acionar o no-break aumentará a vida útil das baterias, mas irá diminuir a vida útil do gerador.

O problema é tão presente, que ensejou até mesmo a mudança de uma norma americana, a NFPA 110-2010, que estabelece regras para testes periódicos com geradores de back-up. Depois de algumas atualizações, ela agora também exige que os testes sejam feitos com cargas ao menos acima de 30% do total.

Isso demanda que instalações de energia de back-up em sistemas com tolerância zero à interrupção prevejam a instalação de bancos de carga para testes. Nestes casos, além do espaço para o próprio banco, é necessário o devido sistema de exaustão, assim como o chaveamento para que, em caso de queda real da energia da concessionária, o banco seja imediatamente desligado e o gerador possa assumir a carga. Os bancos de carga podem ser próprios ou locados e ainda existe a opção de substituí-los por cargas não críticas. A ideia aqui é utilizar cargas que normalmente não precisariam de energia de backup e ligá-las ao gerador através de um circuito separado associado a um chaveamento no fornecimento de energia principal. O circuito fica normalmente desligado e tais cargas são alimentadas tão somente pela energia da concessionária, sem backup, pois não são essenciais. Mas quando se deseja fazer um teste, estas cargas são desligadas da energia comercial e o circuito que as liga com o gerador é acionado. Quando tais tipos de cargas existirem e houver a possibilidade da montagem destes circuitos independentes, isso é uma boa opção.



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