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Princípios essenciais de rompedores hidráulicos embarcados – parte 3 – sistemas de otimização

No post anterior desta série, vimos diferentes características de design que afetam a performance do pistão, o “coração” dos rompedores hidráulicos embarcados. Continuando o assunto neste post, vamos falar de sistemas especificamente criados para aumentar ainda mais esta eficiência.

Entre eles, podemos destacar o mecanismo de reaproveitamento da energia de recuo, intrinsecamente ligado à uma operação mais silenciosa.

Quando o rompedor hidráulico é aplicado em uma superfície resistente, parte da energia é refletida, fazendo o pistão recuar. Isto é referido como o efeito de bigorna e representa um processo físico natural que ocorre em todo e qualquer tipo de rompedor. Mas em alguns rompedores, existe um sistema que consegue converter essa energia como complemento para o próximo avanço do pistão.

Adicionalmente, isso resulta em uma menor tensão aplicada ao veículo portador, operador e ao ponteiro, aumentando sua vida útil e diminuindo os ruídos na operação.

A barra de retenção também contribui para esse processo. Alguns modelos de rompedores possuem barra dupla, o que melhora o alinhamento do ponteiro e absorve de modo mais eficiente a tensão gerada por forças de torção.

Outra inovação, é a variação inteligente de energia, em diferentes etapas da operação, conforme figura abaixo:

alternadores específicos para projetos de alimentação de lâmpadas de haleto metálico, fazem elas durarem muito mais.

Além de facilitar o posicionamento da ferramenta de trabalho, o que é especialmente útil em rompedores de pequeno porte, também economiza energia e aumenta a vida útil dos equipamentos.

Já em rompedores um pouco maiores, uma variante deste conceito faz com que ele somente seja acionado quando em contato com a superfície.

Esta tecnologia também é especialmente útil em aplicações submersas ou onde existe dificuldade de enxergar a área de contato.

Em alguns rompedores de maior porte, também existe a possibilidade de se regular o curso do pistão (longo/curto), o que otimiza a operação para diferentes tipos de situação.

Continue atento ao Blog da Chicago Pneumatic, onde abordaremos muitas outras interessantes informações sobre as tecnologias de ferramentas de demolição!



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